Há quase 50 anos (desde 1969), a Fisioterapia é reconhecida como profissão no Brasil.

E se no início um fisioterapeuta era visto como uma espécie de massagista, desde lá a profissão ganhou e evoluiu sua regulamentação, sua legislação e sua ramificação.

Hoje, há um leque de possibilidades sobre caminhos profissionais a serem percorridos que não para de se abrir.

A evolução da fisioterapia despertou o interesse na profissão e, segundo dados oficiais, em 31 de julho de 2017 havia, no Brasil, 262.496 profissionais registrados.

Concorrência

É por isso que um dos desafios da profissão de fisioterapeuta é a grande concorrência.

Mesmo que haja diversas ramificações, que vão desde a fisioterapia intensivista, na qual o profissional atua dentro de um CTI, até o instrutor de pilates, é importante estudar o mercado de trabalho no momento de avaliar a profissão, principalmente nas exigências para cada área — o que abre o segundo grande desafio:

Qualificação

Muita gente acredita que basta uma graduação para estar apto a exercer a profissão. Em alguns casos, isso é verdadeiro, mas não no caso dos profissionais de fisioterapia.

Quem busca uma colocação melhor no mercado de trabalho em áreas específicas precisa se especializar.

Também, essa é uma profissão que necessita de muita prática, sempre aliada com a teoria.

Por isso, principalmente no início, é importante concluir estágios ou atuar junto de um fisioterapeuta experiente.

Atualização

Além de qualificação, para se destacar no mercado de trabalho é preciso estar em constante atualização, já que novas técnicas não param de serem descobertas e desenvolvidas.

Participar de cursos, congressos, palestras e afins é uma necessidade para o fisioterapeuta que deseja ter chances razoáveis dentro da profissão, independente em que área resolveu atuar.

Trabalho em equipe

Muitas vezes, a atuação do fisioterapeuta será dentro de uma equipe multidisciplinar, por isso é preciso, além de atuar bem em equipe, conhecer a área da saúde como um todo.

Ao contrário do que as pessoas, trabalhar bem em equipe vai muito além de ser flexível e se dar bem com os colegas, mas saber exatamente onde começa e termina e atuação de cada um, para que o tratamento flua da melhor maneira possível.

Humanizar o atendimento

Esse certamente é um dos desafios mais complexos dentro da profissão. Isso porque, quando os processos se tornam rotineiros, a tendência é que se tornem habituais e os enxerguemos como homólogos.

Por isso, os profissionais devem tomar muito cuidado para atender a cada paciente como um indivíduo único, levando em conta sua história, seu quadro clínico e saber que as reações serão diferentes.

Quanto mais humano o atendimento, mais o profissional vai se destacar neste mercado, já que fisioterapia é uma das profissões que mais exige neste quesito.

Áreas de atuação da fisioterapia:

  • Fisioterapia Clínica:
  • Consultórios
  • Ambulatórios
  • Centros de reabilitação
  • Clínicas e hospitais
  • Centros de tratamento intensivo
  • Saúde Pública Coletiva
  • Ações Básicas da Saúde
  • Fisioterapia do Trabalho
  • Programas Institucionais
    Vigilância Sanitária
  • Home Care
  • Tratamento pessoal e residencial do paciente
  • Fisioterapia desportiva
  • Lesões esportivas
  • Pilates
  • RPG
  • Postura
  • Estética
  • Saúde
  • Ortopedia e Traumatologia
  • Terapia intensiva
  • Fisioterapia do trabalho
  • Cardiologia e Pneumologia
  • Dermatologia
  • Grupos especiais
  • Neurologia adulta
  • Neurologia pediátrica
  • Indústria de equipamentos.
  • Educação
  • Pesquisa
  • Extensão
  • Supervisão técnica e administrativa
  • Docência nos níveis secundário e superior
  • Direção e coordenação de cursos
  • Equipamentos de uso fisioterapêutico — indústria e comércio
  • Consultorias técnicas